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Resolva o Problema de Lucratividade do Seu Escritório de Arquitetura

5 minutos para ler

Se você deseja aumentar a lucratividade do seu escritório de arquitetura, então esse artigo é para você!

Não é novidade que administrar um negócio e cuidar das finanças é um grande desafio. Essa máxima é especialmente verdadeira para profissionais da área criativa, como é o caso de arquitetos e designers.

Como no Brasil o método de ensino das faculdades de arquitetura dá maior ênfase ao desenvolvimento e implementação de projetos, as finanças tendem a ficar em segundo plano até o surgimento de uma grande crise capaz de colocar as atividades do profissional em risco.

Se você se identificou com essa situação, calma! No artigo de hoje você confere os principais fatores que podem estar destruindo a lucratividade do seu escritório de arquitetura!

Os Erros Que Comprometem a Lucratividade do Seu Escritório de Arquitetura

Em primeiro lugar, para garantir a lucratividade do seu escritório de arquitetura é preciso que você saiba identificar os custos com os quais você deve arcar para que seja possível entregar o seu serviço com a qualidade esperada.

Isso é importante para que você saiba exatamente quanto deve ser a sua receita ao final do mês para garantir que você esteja operando um negócio lucrativo ou pelo menos para garantir que você não está pagando para trabalhar.

No entanto, para garantir a longevidade do seu escritório, você precisa evitar alguns erros que podem comprometer a lucratividade do seu escritório de arquitetura. São eles:

1) Misturar o seu dinheiro com o dinheiro da empresa

Esse é um erro grave que a maioria dos arquitetos empreendedores cometem e que acaba prejudicando tanto o seu bolso quanto os resultados do seu negócio. 

Não importa se você tem uma empresa de arquitetura ou se atua como um profissional autônomo: o primeiro passo é entender que o seu escritório deve ser capaz de girar independentemente da sua vida pessoal.

E isso só será possível se você separar as suas finanças pessoas das finanças do seu negócio. Parece bobo, mas eu te explico.

Se não houver distinção entre o seu dinheiro e o caixa da empresa, fica impossível saber qual a sua reserva pessoal e qual a reserva da empresa. Por isso, é extremamente necessário que você tenha um pro-labore.

Quando você sabe exatamente quanto irá receber ao final do mês, fica mais fácil planejar os seus gastos, poupar ou investir dinheiro.

Já no âmbito empresarial, um salário mensal fixo permite que você tenha uma maior previsibilidade dos custos necessárias para manter o seu negócio ativo. 

Tudo isso significa um maior controle financeiro tanto pessoal, quanto empresarial! 

2) Não possuir uma reserva financeira 

Todo negócio, não importa o quão bem sucedido seja, passa por momentos de crise. Essa premissa é especialmente verdadeira em um país com uma economia tão instável quanto o Brasil. 

Justamente por isso é que o seu negócio precisa estar preparado para possíveis crises! E a melhor forma de fazer isso é por meio de uma reserva financeira bem planejada. 

Se ao final de cada mês você tirar todo o dinheiro que “sobra” do caixa da sua empresa, o que acontece nos meses em que o faturamento for menor que as suas despesas?

Chances são de que você deverá tirar dinheiro do seu próprio bolso para cobrir o furo no caixa da empresa – o que acaba com a saúde financeira do seu escritório e pessoal.

A ideia por trás da importância da reserva financeira é bem simples: se tudo der errado, você ainda terá fôlego para repensar e reestruturar o seu negócio, e tentar algo novo. 

Especialistas indicam que o ideal para garantir a sobrevivência do seu negócio mesmo em momentos de incerteza, é que você tenha uma reserva que contemple pelo menos 6 meses dos seus custos fixos. 

Para fazer essa conta, você deve considerar todos aqueles custos fixos da sua empresa que não podem ser cortados em caso de contenção de despesas e também o seu pro-labore (esse que falamos no item 1). 

Se você ainda tem dúvidas sobre os tipos de custos de um negócio, então você precisa ler esse artigo

3) Não precificar o seu serviço da maneira correta

A precificação correta dos serviços de arquitetura é uma das maiores dúvidas de profissionais da área. E isso é um problema grave, pois a precificação equivocada contribui e muito para sabotar a lucratividade do seu escritório de arquitetura. 

Essa premissa é verdadeira até para escritórios que possuem uma carteira robusta de clientes. Isso por que, quando você não cobra o valor correto pelo seu serviço, você trabalha muito e não recebe o equivalente. 

Por isso a nossa dica principal aqui é: conheça bem os seus custos e saiba muito bem qual a sua proposta de valor

Lembre-se de que nem sempre é o profissional mais habilidoso que irá se tornar referência no mercado, e sim aquele que possui um negócio bem estruturado e entrega um serviço de qualidade. 

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